sábado, 3 de março de 2012

AI,AI,AI,AI,AI,AI. AINDA VAI DAR MUITO O QUE FALAR.
 FALA POLÊMICO.
Campanha eleitoral já se aproxima, meu povo. Não esqueçam aqueles que tiveram seus nomes envolvidos no escândalo dos banheiros. Em palanque nós que participaremos da campanha eleitoral temos que desmascarar esses políticos e cabos eleitorais bandidos que desviaram o dinheiro dos banheiros que seriam para beneficiar os mais humildes de Massapê.

Temos que sempre lembrar a população quem são esses canalhas, que vivem se escondendo por trás de uma cortina e enganando a população, mas há de vir um dia que a casa cairá, sem sombra de dúvida, vamos aguardar...

Acompanhe esta matéria e veja que ainda não acabou a polêmica do caso que escandalizou o nosso município, Estado e País.

ESCÂNDALO DOS BANHEIROS É MANDADO PARA BRASÍLIA.

O Ministério Público com atuação no Superior Tribunal de Justiça é quem vai cuidar da ação resultante do inquérito sobre o desvio de recursos do Estado para a construção de banheiros em residências de alguns municípios do Interior cearense, por conta do envolvimento do conselheiro Teodorico Menezes, do Tribunal de Contas do Estado, que está afastado por decisão própria, desde o início do processo investigatório, quando ocupava a presidência do órgão.
Os documentos reunidos pela investigação do Ministério Público do Ceará já foi encaminhado para Brasília.
 
No entendimento de promotores de Justiça cearenses, como Teodorico Menezes tem foro privilegiado, por integrar um Tribunal de Contas, e sendo ele um dos apontados como o responsável pelo desvio dos recursos liberados pela Secretaria das Cidades do Governo cearense, todos os outros relacionados como culpados nos autos do inquérito também passarão a ser julgados pelos ministros do Superior Tribunal de Justiça.
 
O trabalho de investigação sobre desvio de recursos do Estado para a construção de banheiros em residências de famílias pobres do Interior foi feito por promotores lotados na Procuradoria dos Crimes contra a Administração Pública (Procap). 
A partir de um certo momento a investigação passou a ter caráter sigiloso e só uns poucos deputados conseguiram ter alguma informação. 
O inquérito concluído foi entregue ao procurador Geral de Justiça, Ricardo Machado, recentemente e logo ele determinou, segundo fontes da Procuradoria, que os autos fossem encaminhados ao Ministério Público da União, em Brasília, competente para levar o caso ao Superior Tribunal de Justiça.

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